Psicóloga aponta sinais de que o amor acabou
- Psicóloga sp, Maristela Vallim Botari CRP 06121677

- 11 de ago.
- 3 min de leitura
Sinais de que o amor acabou (ou está acabando aos poucos)
Psicóloga Maristela Vallim Botari CRP-SP 06-121677abril 13, 2026
A percepção de que o amor chegou ao fim nem sempre é imediata. Muitas vezes, se manifesta por meio de sutis mudanças de comportamento e prioridades.
Como escreveu Vinicius de Moraes, “que seja infinito enquanto dure”. Alguns sentimentos também têm um tempo próprio — e compreender o seu fim faz parte do processo emocional.
Às vezes, ele simplesmente se transforma, perde intensidade, muda de lugar dentro de nós. O que antes era urgente pode se tornar silencioso; o que ocupava o centro passa a coexistir com outras experiências. E isso não significa que tenha sido falso ou menor — apenas que não permaneceu da mesma forma.Há uma expectativa muito difundida de que sentimentos verdadeiros deveriam ser permanentes.
Como se a duração fosse a prova da autenticidade. Mas, na experiência humana, sentir é algo dinâmico. Emoções nascem, se desenvolvem e, em muitos casos, se esgotam. Insistir na permanência pode gerar mais sofrimento do que aceitar a mudança.Quando um sentimento acaba, pode surgir uma tentativa de reanimá-lo, de recuperar aquilo que já não responde da mesma maneira. Surge a dúvida: “se acabou, então não era real?”. E essa é uma armadilha comum. A intensidade vivida em determinado momento não é anulada pelo fato de não existir mais agora.Elaborar o fim de um sentimento exige um tipo específico de reconhecimento: o de que nem tudo o que é significativo precisa ser duradouro.
Há experiências afetivas que cumprem um papel em determinado momento da vida e, depois, deixam de fazer sentido. Não por falha, mas por movimento.Sustentar essa ideia — de que algo pode ter sido “infinito enquanto durou” dentro de si — permite uma relação menos rígida com a própria vida emocional. Em vez de tentar fixar o que muda, abre-se espaço para compreender, com mais honestidade, os próprios ciclos internos.
Aqui cabe uma análise sobre o que pode estar acontecendo:
De acordo com alguns teóricos de renome da Psicologia, (vide referências) alguns sinais podem indicar que o sentimento passou por um processo de integração emocional e deixou de ocupar posição central na vida psíquica.
Algumas referências bibliográficas que fundamentam esses fenômenos:
John Bowlby – (1969, 1973, 1980).A teoria do apego descreve como vínculos afetivos se formam e como a ruptura ativa processos semelhantes ao luto.
Colin Murray Parkes – (1972).Analisa reações emocionais diante de perdas significativas, aplicáveis também ao término de relacionamentos.
Elisabeth Kübler-Ross – (1969).Embora focado no luto por morte, o modelo das fases do luto foi posteriormente utilizado para compreender rupturas afetivas. MORAES, Vinicius de. . In: MORAES, Vinicius de. Antologia poética. Rio de Janeiro: Companhia das Letras, 2009.
Susan J. Elliott – (2009).Obra voltada ao público geral, com base em princípios psicológicos sobre reorganização após términos.
Guy Winch – (2018).Discute, sob perspectiva psicológica e neurocientífica, o impacto cognitivo e emocional das separações.
David Sbarra – Pesquisas acadêmicas sobre ajuste psicológico após divórcio e dissolução conjugal (University of Arizona).Seus estudos investigam regulação emocional, adaptação e saúde mental após separações.
Conteúdo informativo desenvolvido pelaPsicóloga SPMaristela Vallim BotariCRP-SP 06-121677 sem a finalidade de substituir a consulta psicológica, nem esgotar o tema. Trata-se apenas de um convite à reflexão.Se este tema faz sentido pra você saiba como a psicóloga poderia ajudar na compreensão Na psicoterapia, o trabalho é organizado para possibilitar a identificação de padrões emocionais e comportamentais que se repetem ao longo da história do paciente e acabam por afetar relacionamentos, autoestima ou bem-estar emocional. Também envolve a análise das circunstâncias em que determinadas reações surgem, incluindo seus contextos e possíveis gatilhos. São examinadas as formas de interpretação das situações e a maneira como a pessoa se percebe dentro de suas relações. Recursos psicológicos de enfrentamento podem ser explorados, assim como questões de posicionamento pessoal. A Psicóloga sp conduz a sessão de terapia de maneira individualizada, considerando a singularidade de cada pessoa. Psicóloga sp Maristela Vallim CRP 06-121677Para saber mais sobre Relacionamentos, acesse Psicologia dos Relacionamentos e Casal em Terapia
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