Você precisa de afeto


Você precisa de afeto.

Mesmo que não seja um processo consciente, a necessidade de afeto é um imperativo da nossa espécie. Cabe aqui esclarecer o que se entende por “Afeto” na psicologia








*psicologia bradesco*

sm


substantivo masculino

1 Sentimento de afeição ou inclinação por alguém; amizade, paixão, simpatia: “Aquela carta a revoltava muito; não […] pelo afeto que teria ao estudante, mas pelo ressentimento de seu amor-próprio ofendido” (AA2).

2 Ligação carinhosa em relação a alguém ou a algo; querença.

3 PSICOL Expressão de sentimento ou emoção como, por exemplo, amizade, amor, ódio, paixão etc.: “O mundo lhe parecia vazio de afeto e de amor” <abf data-original-title="(BARRETO, Lima. O triste fim de Policarpo Quaresma. Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional. Disponível em: . Acesso em: 15 maio 2014.)” data-placement=”top” data-toggle=”tooltip” style=”box-sizing: border-box;”>(LB2).

Fonte

http://michaelis.uol.com.br/busca?id=Ywvd





Neste sentido, precisamos afetar o outro e ser afetados por ele. 





Existem afetos bons e maus. 

São considerados bons aqueles que nos proporcionam prazer e os maus os que nos proporcionam desprazer.

Os afetos bons, ou prazerosos são aqueles que buscamos na companhia das pessoas que podem nos proporcionar algum tipo de gratificação, seja da ordem física (cuidado físico, afago, prazer sexual) ou de ordem psíquica: (compreensão, acolhimento, empatia, aceitação). 

Precisamos deste tipo de afeto para nos sentir (relativamente) seguros, mas torna-se um problema quando nos tornamos dependentes afetivos.


Relação de afeto e cuidado

A relação de cuidado deve compreender um limite entre o que é necessário e exagerado. Quando assume ares de “afeto” torna-se um problema, pois o cuidado exagerado impede o crescimento (emocional e cognitivo) do outro.

Entenda como são construídas as blindagens contra o apego na Psicologia

Por exemplo: mães que não permitem que os filhos ganhem independência, convencendo-os que o mundo é um lugar ameaçador e desta forma impedem-no de conhecer nosso afetos, tolhendo seu desenvolvimento emocional e /ou psicológico.


Os afetos maus

Ou desprazerosos, são aqueles que experimentamos diante de uma perda, ameaça, desafio desproporcional, provocação, frustração, etc.

Acredito que todos já passamos por situações assim….Mas …. será que precisamos disso?

Para o nosso desenvolvimento emocional e cognitivo, precisamos sim (nas devidas proporções).

A criança que nunca ouviu um “não” pode se tornar um adulto tirano ou egoísta.. (embora o excesso de nãos também possa ter o mesmo efeito);

A menina que cresceu num “reino encantado, cercada de príncipes”, pode ter dificuldades de viver em um mundo real, onde existem mais “sapos” do que “príncipes”, desenvolvendo um mecanismo chamado “negação” que lhe possibilita viver no mundo da fantasia por mais tempo que o normal, perdendo contato com a realidade, fantasiando a ausência de afeto com atitudes de arrogância ou presunção, acreditando-se “irresistível” sem de fato ser….

Os ganhos desta atitude são desprezo, deboche, piedade, ou seja, afetos maus.

O adulto que está acostumado a impor suas vontades de forma tirânica, pode também ter desenvolvido mecanismos de defesa (racionalização e negação) que lhe permitem viver em uma fortaleza emocional, insensível ao sofrimento alheio. Os ganhos desta atitude são mais afetos maus (raiva, ódio, rancor).

Estes indivíduos criam verdadeiras fortalezas emocionais, onde “ninguém entra, ninguém sai”, ou seja, tornam-se incapazes de modificar o tipo de afeto que possuem.

Negam-se a conviver com o novo, com o diferente, pois temem que seu arcabouço de afetividade (boa ou má) seja influenciado por outras formas de afeto; e por não ter preparo emocional para lidar com estas mudanças, preferem se esquivar do risco de ter de mudar.

E se contentam em racionalizar os afetos maus, com pensamentos disfuncionais. Possivelmente, só se darão conta que há “algo muito errado acontecendo” quando os seus afetos verdadeiros começarem a abandoná-lo..

Concluindo: precisamos dos afetos bons e ruins, dos positivos e negativos, para nossa evolução emocional e cognitiva; os bons nos dão segurança; os maus nos desafiam e nos obrigam a crescer.



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Tratamento Psicológico para

Transtorno de Humor

Depressão leve moderada ou grave

❖Ansiedade

Ansiedade crônica, Ansiedade generalizada, transtorno do estresse, estresse pós-traumático transtorno obsessivo compulsivo (TOC).

❖Fobias

Fobias em geral, síndrome do pânico.

❖Relacionamentos

dificuldade de relacionamento, Superação de término de relacionamento, ciúme patológico, amor patológico,  Dificuldade de comunicaçãoIdentificar relacionamentos abusivos

❖Vícios

Compulsões por comida, trabalho, compras e outras. Vício em celular, FOMO e dependência química.

❖Problemas de Sono

Insônia e Hipersonia não-orgânica.

❖Personalidade

Transtorno de personalidade: Bipolar, Borderline, Esquiva, Paranóide.

❖Desenvolvimento pessoal

Necessidade de aceitação, Baixa autoestima, desmotivação, estresse, dificuldade em tomar decisões, sentimento crônico de vazio, pensamentos obsessivos, ideação suicida, comportamento de automutilação, dificuldade de se expressar, insegurança, indecisão, auto cobrança excessiva e instabilidade emocional.

❖Sentimentos

Lidar com sentimento de culpaSentimentos reprimidos, Dificuldade de demonstrar afeto, Carência afetiva, Dependência emocional e afetiva,

❖Trabalho e Carreira

Estresse   Dificuldades de relacionamento no trabalho, desenvolvimento e/ou escolha da carreira, problemas no trabalho, 

❖Estudos

Dificuldade de aprendizagem, TDAH

❖Terapia de casal

Indicada para compreender a dinâmica e o comportamento do casal, e solucionar Problemas conjugais, para manter um relacionamento feliz, Dificuldades sexuais

Texto Redigido pela Psicóloga Maris V Botari. Quer copiar? Copie. Mas cite a fonte e coloque um link apontado para o texto original. Lembre-se que Plágio é crime previsto na lei 9610/98

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