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O passivo agressivo

Foto do escritor: Psicóloga sp,  Maristela Vallim Botari  CRP 06121677
Psicóloga sp, Maristela Vallim Botari CRP 06121677
11 de ago.
1 min de leitura
O passivo agressivo. Psicologa SP

Quem é o passivo-agressivo

O comportamento passivo-agressivo é caracterizado pela combinação de atitudes aparentemente passivas com manifestações indiretas de hostilidade ou insatisfação. Em vez de expressar diretamente raiva, frustração ou discordância, a pessoa pode recorrer a formas sutis de resistência ou oposição.

Em algumas situações, esse padrão pode se manifestar como atitudes que parecem gentis ou colaborativas na superfície, mas que, na prática, produzem desconforto, insegurança ou dificuldade na relação.

O livro Living with the Passive-Aggressive Man descreve comportamentos frequentemente associados a esse padrão, como:

  • ambiguidade que gera insegurança;

  • atrasos ou esquecimentos recorrentes;

  • resistência indireta a responsabilidades;

  • procrastinação;

  • inversão de culpa;

  • postura frequente de vitimização;

  • confusão nas interações e nas decisões.

Essas atitudes podem criar uma dinâmica conhecida popularmente como “morde e assopra”, na qual sinais de proximidade ou gentileza se alternam com comportamentos que causam frustração ou tensão.

Como podem agir

Em alguns contextos, pessoas com esse padrão podem inicialmente parecer muito cordiais e acessíveis. Com o tempo, no entanto, surgem comportamentos que geram dúvida ou desconforto nas interações.

Entre os exemplos frequentemente descritos estão:

  • demora constante para responder mensagens ou tomar decisões;

  • confirmação de compromissos apenas no último momento;

  • dificuldade em assumir responsabilidade por erros;

  • justificativas que deslocam a responsabilidade para outras pessoas ou circunstâncias;

  • críticas indiretas ou comentários sarcásticos;

  • afirmações de que o outro é “sensível demais” após uma crítica;

  • postura defensiva quando questionado;

  • tendência a apresentar-se como vítima em situações de conflito;

  • procrastinação acompanhada de diversas justificativas.

Essas dinâmicas podem gerar sensação de confusão, frustração ou ambiguidade na convivência.

Referências

WEZTLER, Scott. . New York: Touchstone, 1993.

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Conteúdo informativo desenvolvido pela Psicóloga SP - Maristela Vallim BotariCRP-SP 06-121677sem a finalidade de substituir a consulta psicológica, nem esgotar o tema.Trata-se apenas de um convite à reflexão

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