Medo de dirigir - possibilidades de superação.
- Psicóloga sp, Maristela Vallim Botari CRP 06121677

- 18 de mar.
- 4 min de leitura

O medo de dirigir, também conhecido como amaxofobia, pode ser classificado como um tipo de fobia específica ou fobia situacional, dependendo do contexto e da intensidade do medo.
Não é necessariamente classificado como Transtorno Fóbico Social (TFoS) ou Transtorno de Ansiedade Social (TAS), que estão mais relacionados ao medo de situações sociais e de exposição pública.
Você tem medo de dirigir?
Psicóloga Maristela Vallim Botari CRP-SP 06-121677 março 09, 2026
Medo de dirigir (amaxofobia): compreensão psicológica
O medo de dirigir, também conhecido como amaxofobia, refere-se a um medo intenso ou persistente relacionado à condução de veículos.
Dependendo do contexto e da intensidade, pode ser compreendido como uma forma de fobia específica ou situacional.
Esse medo não é necessariamente classificado como Transtorno de Ansiedade Social ou Transtorno Fóbico Social, que estão mais associados ao receio de avaliação ou exposição em situações sociais.
No caso da amaxofobia, o foco do medo está ligado à situação de dirigir ou às circunstâncias que envolvem o trânsito. Dentre elas, podemos elencar alguns exemplos:
Pessoas que vivenciam medo de dirigir podem relatar diferentes experiências emocionais e físicas quando pensam ou precisam dirigir. Entre elas, podem surgir sentimentos de insegurança. Em alguns casos, essas reações podem aparecer de forma mais intensa diante de situações específicas relacionadas à direção.
Ocorrências negativas anteriores no trânsito, como ter vivenciado ou presenciado acidentes, relatos de situações perigosas ou experiências negativas ligadas à direção.
Ansiedade associada à possibilidade de cometer erros ao dirigir, causar danos ao veículo ou colocar outras pessoas em risco.
A percepção de responsabilidade envolvida na condução de um veículo pode intensificar pensamentos de preocupação ou antecipação de consequências negativas.
Medos específicos relacionados a determinadas condições de direção, como dirigir à noite, enfrentar estradas movimentadas, atravessar pontes, conduzir em rodovias ou dirigir em condições climáticas adversas.
A autoconfiança em relação às próprias habilidades ao volante também pode influenciar a forma como a pessoa vivencia a direção.
Comentários negativos, experiências de crítica ou insegurança sobre o próprio desempenho podem contribuir para o surgimento ou intensificação do receio de dirigir.
Além disso, o estresse relacionado ao trânsito — como congestionamentos frequentes, comportamento agressivo de outros motoristas ou ambientes de direção muito movimentados — pode ser percebido como um fator de tensão.
Em alguns casos, o medo de dirigir também aparece associado a quadros mais amplos de ansiedade, como o transtorno de ansiedade generalizada ou o transtorno do pânico.
A falta de experiência ou de prática ao dirigir também pode influenciar a forma como a pessoa se sente diante dessa atividade. Pessoas que tiveram pouco contato com a direção ou que ficaram longos períodos sem dirigir podem relatar maior apreensão ao retornar a essa situação.
Medo de dirigir e psicoterapia
A psicoterapia pode ser um espaço de escuta e compreensão das experiências relacionadas ao medo de dirigir.
No contexto terapêutico, é possível explorar como esse medo se manifesta, quais pensamentos e emoções estão associados à situação de dirigir e de que maneira essa experiência se relaciona com a história e as vivências da pessoa.
Entre as abordagens psicológicas utilizadas nesse contexto, a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) costuma ser mencionada em estudos sobre fobias específicas e ansiedade situacional. Essa abordagem propõe observar a relação entre pensamentos automáticos, emoções e comportamentos diante de situações percebidas como ameaçadoras.
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