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Como a Psicóloga explica o Amor




Como a Psicóloga explica o Amor A psicologia oferece várias perspectivas para explicar o amor, abordando suas diferentes dimensões e manifestações. Uma teoria amplamente conhecida é a Teoria Triangular do Amor, proposta pelo psicólogo Robert J. Sternberg. Essa teoria sugere que o amor pode ser compreendido como uma combinação de três componentes principais: intimidade, paixão e compromisso.

  • Intimidade: refere-se ao sentimento de proximidade emocional, conexão e compartilhamento de experiências íntimas com o parceiro. Envolve confiança, apoio emocional, empatia e a sensação de se sentir compreendido e valorizado.

  • Paixão: envolve a atração física e sexual, o desejo e a excitação romântica. A paixão é caracterizada por sentimentos intensos, impulsividade e atração sexual pelo parceiro.

  • Compromisso: refere-se ao desejo de manter o relacionamento a longo prazo, o compromisso de estar com o parceiro e investir tempo e esforço na construção de um relacionamento duradouro.

De acordo com a teoria de Sternberg, diferentes combinações desses componentes podem levar a diferentes tipos de amor. Por exemplo, a presença de intimidade e compromisso, sem muita paixão, pode levar ao amor companheiro ou amor de longo prazo. Já a presença de paixão intensa, mas sem intimidade ou compromisso, pode ser caracterizada como uma paixão romântica passageira. É importante destacar que o amor é um fenômeno complexo e multifacetado, e as teorias psicológicas fornecem apenas uma visão geral. A experiência do amor varia entre indivíduos e culturas, e outras teorias e perspectivas também são discutidas na psicologia e em outros campos.


Referência: Sternberg, R. J. (1986). A triangular theory of love. Psychological Review, 93(2), 119-135.

Conclusão:

Cada um de nós tem um limite para dar e receber afeto. Raramente duas pessoas sentirão do mesmo modo, com a mesma intensidade e demonstrarão da mesma forma. Pra viver uma relação saudável é fundamental encontrar os pontos onde os parceiros sejam parecidos e salientá-los, ao invés de exigir que o outro mude.


Referências:


ARAIA, Eduardo. O amor é uma emoção: não é eterno, mas pode ser infinito.[Online]. Disponível em: http://www.brasil247.com/pt/247/revista_oasis/140512/O-amor-%C3%A9-uma-emo%C3%A7%C3%A3o-n%C3%A3o-%C3%A9-eterno-mas-pode-ser-infinito.htm. Acesso em 08 de maio de 2015.



FREDRICKSON, Barbara. Amor 2.0: Como Nossa Emoção Suprema Afeta Tudo o Que Sentimos, Pensamos, Fazemos e nos Tornamos. Cia Ed. Nacional, 2013.

STEMBERG, R. J. (1986). A triangular theory of love. Psychological Review, 93, 



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