Lidando com as injustiças da Vida
- Psicóloga sp, Maristela Vallim Botari CRP 06121677

- 13 de jan.
- 3 min de leitura
Atualizado: 23 de mar.
Lidando com as injustiças da Vida
Já lhe aconteceu de chegar a um ambiente e ser recebido com indiferença ou hostilidade gratuita?
De ficar se perguntando: "O que aconteceu? O que eu fiz?"?
Às vezes, as pessoas se comportam de maneira estranha, como se virassem uma chave; sem explicação alguma, passam a tratá-lo com um distanciamento ou uma indiferença que beira a grosseria — isso quando não partem diretamente para a falta de educação.
E você, ingenuamente, mergulha em uma busca interna, vasculhando o próprio comportamento em busca de "gatilhos" que possam ter acionado essa mudança súbita na energia alheia.
Pare. Não há nada mais injusto do que a injustiça que você comete contra si mesmo ao assumir a culpa pelo desequilíbrio do outro.
Considere três verdades fundamentais:
O problema raramente é você: Se o tratamento mudou sem que você tivesse cometido um ato socialmente reprovável, a origem do conflito está no outro, não em você. Pode ser inveja, ciúme, medo, culpa, etc. A mudança brusca diz mais sobre a instabilidade ou o caráter de quem mudou do que sobre sua conduta.
A falta de diálogo é uma falha de quem julga: Mesmo que você tivesse cometido um erro, o "cancelamento" silencioso não e uma atitude adequada. Se voce cometeu algum erro, tem o direito de saber.
A sobrevivência é garantida: Lembre-se de que a maioria das pessoas é, em algum momento, vítima de calúnia ou difamação. Aqueles que alcançam certo grau de sabedoria emocional conseguem ignorar tais episódios, classificando-os como "situações sem solução" e simplesmente seguindo em frente com uma nova atitude.
Vale a pena buscar a verdade?
Você quer saber o que aconteceu? Eu, sinceramente, desaconselho. Se a situação chegou ao ponto da hostilidade gratuita, é provável que alguém tenha espalhado mentiras a seu respeito. Se foi o caso, lembre-se: o ônus da prova cabe a quem afirma.
Além disso, considere a qualidade do caráter daqueles que acreditaram no que ouviram sem consultá-lo.
Será que pessoas que se deixam levar pela vulgaridade de fofocas e calúnias merecem o seu esforço de defesa?
Quem se dispõe a acreditar no "ouvi dizer" sem dar a você o benefício da dúvida não deveria merecer sua consideração.
A sua paz vale mais do que qualquer explicação que o outro não está disposto a ouvir.
O tempo, esse senhor da razão, sempre acaba por colocar cada máscara no chão e cada verdade no seu devido lugar.
"O afastamento sem diálogo diz mais sobre a imaturidade deles do que sobre o Seu valor." |
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